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recondicionamento emocional módulo I

Não esqueça o otimismo.

Um pingo – às vezes, um balde – de deseperança surge sem aviso. Quem aguenta? Você quer ser um bom filho, bom amigo, bom profissional, bom irmão, bom namorado….  (Nada de se jogar do penhasco, hein!) Ainda bem que lei da sobrevivência sempre dá um jeito de prevalecer.

Então você confronta o cenário: reconhece as constantes, toma nota das variáveis e pensa em jogar na reciclagem ou no lixo tudo aquilo o que for dispensável. Nesse exercício todo – muito pior que uma aula de recondicionamento físico, diga-se de passagem – o mais desafiador é se dar conta que tentar mudar o que está em volta poderia ser a solução, mas por trás disso, existe a verdade pertubadora: você deve mudar você.

Convenhamos, os agentes externos são bem difíceis de controlar. Sua mãe vai deixar de lado a mania diária de interromper seu silêncio introspectivo para falar de qualquer assunto que não lhe diz respeito? Seu chefe vai desistir de contratar uma pessoa nitidamente menos preparada que você pelo dobro do seu salário porque a justiça sempre prevalece? E sua melhor amiga, vai deixar o namorado canalha que ela tem? Não, não e não. Fichinha. E quando o problema é de marca maior e você não pode fazer nada a respeito de verdade? Não vou nem começar a falar.

Então adapte-se. Não significa que você vai jogar tudo pra Deus, mas é fato que estudar e alterar a maneira com que você se relaciona com os problemas é a chave do negócio. Pode ser libertador.

E se ficar muito difícil de reavaliar, não perca a pose e desmorone. Se faltar critério, claro, vá para análise. Ou, antes de acrescentar mais um item à folha de pagamento, corra para quem já falou sobre isso. Hoje indico duas obras-primas que conheci recentemente que podem trazer à tona muito do que a gente mal sabe ou esquece sobre o otimismo.

E viva a arte em todas as suas formas. Não tenho dúvidas que pode ser o melhor remédio.

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