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Arquivado em desejos, embarque imediato, inspiração, papos picados, ponte aérea, vamos falar de coisa boa?

é, a vida é assim…

Melhor que um livro de auto-ajuda, é essa canção do Frank, That’s Life. Dedico à todos os meus – e o seus – momentos de depressão. Talvez seja só uma chuva rápida de verão. Talvez não passe tão logo. Independente do que for, que seja ao som de Sinatra. Sempre uma freqüência de classe.

That’s life, that’s what all the people say.

You’re riding high in April,

Shot down in May.

But I know I’m gonna change that tune,

When I’m back on top, back on top in June.


I said that’s life, and as funny as it may seem

Some people get their kicks,

Stompin’ on a dream.

But I don’t let it, let it get me down,

‘Cause this fine ol’ world it keeps spinning around.


I’ve been a puppet, a pauper, a pirate, 

A poet, a pawn and a king.

I’ve been up and down and over and out

And I know one thing:

Each time I find myself, flat on my face,

I pick myself up and get back in the race.


That’s life

I tell ya, I can’t deny it,

I thought of quitting baby,

But my heart just ain’t gonna buy it.

And if I didn’t think it was worth one single try,

I’d jump right on a big bird and then I’d fly


I’ve been a puppet, a pauper, a pirate,

A poet, a pawn and a king.

I’ve been up and down and over and out

And I know one thing:

Each time I find myself laying flat on my face,

I just pick myself up and get back in the race


That’s life

That’s life and I can’t deny it

Many times I thought of cutting out 

But my heart won’t buy it.

But if there’s nothing shakin’ come this here July

I’m gonna roll myself up in a big ball and die.

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fe grão x papos picados

Prometo que eu não sou bipolar, mas realmente não consegui captar inspiração e tempo para escrever aqui. Quero ser rigorosa e afirmo que não vou falar sobre qualquer bobagem só pra encher sardinha. Na verdade, acho que acabei meio hipnotizada com os últimos posts sobre moda, e fiquei bitolada nesse assunto. E, fatalmente, não quero só falar sobre isso! O Papos bem podia chamar Papos Furados que daria no mesmo. A linha editorial é  o que me vier a cabeça. (Oi, síndrome dos pequenos poderes!) Garanto que só tem coisa boa, ok? NOT!

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sabe o que é triste???

Que não fazem comédias românticas como antigamente. Tudo que eu precisava hoje era de uma nova seqüência de clichês bem intencionados! Mas tá difícil…

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Arquivado em aperte o play, hollywood, papos picados

tiroteio fashion

Esse fuzuê do mundo da moda – feito de it bags, it garotas, obsessão desenfreada com Hermès e Chanel, gente que quer ser estilista a todo custo e muito mais -, mesclado à era do consumo de informação e um meio de comunicação mais amplo do que nunca (Twitter, Flickr, BBM, Blogs e +), tem nos levado à triste realidade da pasteurização da moda.

Claro, não da moda como um todo. Mas a sensação que fica é que boa parte dela é só feita de unanimidades e formulinhas de estilo! Nem mesmo os pobres clássicos (2.55, Birkin, Kelly, pra que te quero ainda?) se salvam dessa. O resultado? O chato e repetitivo processo de ver, por exemplo, a PS1 (original ou não) reproduzida a perder de vista; a Hervé Leger perder por completo sua fórmula básica de tanto que copiaram o bandage dress mundo afora; ou a simples e concreta realidade que a Siri do Big Brother (desculpa, Siri!) compra Louboutin. Isso só pra citar alguns exemplos. De tão triste, eu acho engraçado! Humor é mesmo fundamental!

Essa discussão rende pano pra manga. É uma reflexão ampla, que com certeza passa pelo poder dos grandes conglomerados de moda (LVMH, PPR) que controlam muitas dessas marcas por meio de uma contradição: a marca tem que de alguma forma continuar a se manter exclusiva, mas fatalmente tem que vender… e no mundo de hoje, vender significa sempre VENDER MAIS. Mas não vamos nos aprofundar nisso, ok?

Voltando… Eu mesma não me isento. Tenho lá meus desejos consumistas – minha Speedy em Cuir Epi não me deixa mentir. E, sem dúvida nenhuma, me deixo seduzir pelo o que bem entender. Sem culpa. Apreciar as coisas é sempre delicioso. E, com licença, dessa liberdade eu não abro mão! Mas o fato é que os sonhos fashionistas parecem cada dia mais curtos. É ai que a questão da apreciação, que tem tudo a ver com moda, entra em cheque. Um dia você quer, no outro também, mas no ano seguinte, sendo muito generosa aqui: na-não. Você não pode nem mais ver aquilo pela frente. (Olha o bandage dress aí de novo, gente!)

Tudo isso para indicar aos meus leitores (leitores, vocês estão aí?) este texto da Garancé Doré sobre um assunto que eu AMO: os termos desgastados da moda (ou de tudo, né?). O excesso de adjetivos (it isso e aquilo, must-have, top, bacana, antenado) é, com certeza, mais um reflexo – ou indício – de todo esse cenário que comentei acima. Vale a corrida até lá. Em todo caso, me dei a liberdade de traduzir o texto todo para o português, para absolutamente ninguém ficar de fora. Boa leitura!

Você tem ideia do quanto é difícil escrever sobre moda? É um inferno!

Não só os termos são tão sazonais quanto as roupas que não queremos mais no fim da estação, mas as novas tendências, materiais e cortes – que aparecem a cada três dias – demandam, ao seu próprio direito, a prerrogativa de serem chamados de alguma coisa! Então melhor você não deixar nenhum termo ultrapassado passar pela sua boca, ok? Seria umas 30 vezes pior que usar um par de Zanotti da estação passada. Nesse caso, você ganhará olhares furtivos e sorrisos esquisitos, e só poderia rezar para se salvar dessa com um: “Ah, sabe, eu acordei me sentindo tão 2008 hoje!”.

É por esse motivo que eu caí no riso outro dia, quando minha amiga Violaine, que acaba de começar a deliciosa revista Velour, me contou que ela estabeleceu uma lista de palavras que estavam banidas da revista. BANIDAS! E você pensava que saltos altos eram opressivos?

Então, estávamos as duas nos matando de rir, enquanto andávamos pelas ruas de Nova York, e eu logo perguntei: “Ok, então você me mandaria a lista? Para por no meu blog?” Pois é. E assim como a coisa que eu mais gosto nas pessoas da moda, que elas levam coisas bobas totalmente a sério, sem levar suas próprias bobeirices a sério (você entendeu essa parte?) ela, com sua característica generosidade (eu realmente amo a Violaine), me mandou a tal lista.

Então está aqui a lista, com comentários. É em inglês, mas já que a moda é uma permanente mistureba, e eu fui a primeira em me expressar em um nada detalhado Franglês, eu pensei que se havia um lugar para fazê-lo, o blog era ele!

Então:

+ Trendy: Na França, juntamente com trendy, temos tendance, a mais usada palavra da moda. Eu não aguento mais!

+ Fashionista: Ah, tão verdade! Jogue fora! Juntamente com recessionista! E tudo o que mais terminar em -ista!

+ Designer ‘usado para descrever uma roupa de marca’ (Como: Esta capa é tão Phoebe Philo.) Ah, não sei, não. Esse não me incomoda tanto assim. Incomoda vocês? Violane, por que que a gente não gosta mesmo?

+ Vintage / Retro: Pra mim é ok. Eu gosto dessas duas palavras. Não devemos mais usá-las?

+ Must Have: É, ok. Porque, realmente, must-haves já deveriam ter acabado. É só perguntar para a Miss Philo. Eu devo ter falado sobre as clogs e bolsas dela pelo o menos umas duas milhões de vezes nessa última temporada. O must-have está mais vivo DO QUE NUNCA, mas não temos mais permissão de dizer isso. Isso se chama Recessãopocrisia (Voilà! Eu inventei uma palavra! Eu sou uma wordista!)

+ Celeb: Com certeza. Definitivamente, livre-se disso!

+ ‘in’: DEFINITIVAMENTE SIM, a não ser que você esteja cantarolando uma música do Gainsbourg.

+ LBD: Você sabe o que isso significa, né? Em francês, diríamos PRN (petite robe noire). Mas somos cool demais para reduzir o PRN em apenas três iniciais. Até porque isso faz com que pareça um termo médico ou algo do tipo. Você não concorda?

+ Style icon: Ah, sim. Temos usado tanto a palavra ícone, que não sabemos o que isso significa mais. Um par de sapatos pode ser chamado de ícone esses dias. Qualquer coisa é um ícone.

+ Funky: Ai meu deus, Violaine, não vai me dier que tem gente que ainda usa essa palavra?

Também tenho alguns termos meus que gostaria de acrescentar a essa lista:

+ ‘It’ coisa (it-bag, it-shoes, it girl) (Oi? Eu falei isso ontem?) (Eu? Acho que não. Prove!)

Conclusão:

#1: As constrições da moda aplicam não só às roupas e corpos, mas também as nossas mentes.
#2: Mas é claro, como todos sabem: sem dor, nada de prazer!
#3: E é por isso que a moda é funky!

Acredite se quiser, essa é só uma pequena parte da lista! Tem mais uma tonelada a mais! Estou te falando, escrever sobre moda é um inferno!
COM QUE RAIOS EU VOU SUBSTITUIR ESSAS PALAVRAS AGORA?

P.S. Não hesite em acrescentar aqui alguns de seus próprios termos, se tiver alguma ideia. Eu farei uma nova lista e publicarei em seguida. Até o momento temos “stiletto” ENTÃO TÁ!

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hora de organizar

Para liberar espaço, facilitar a limpeza e, ao mesmo tempo, ter tudo a mão, adaptei uma miniprateleira de cosméticos. Na Etna (megaloja para a casa) avistei na sessão de cozinha vários tipos de aramados para temperos. E logo, veio a ideia de adaptá-los para usar no meu banheiro. O segredinho todo especial é que apoiei tudo com um fio de náilon para pesca de peixes pesados (???) nos dois registros de água. Por que eu tinha esse espécime de náilon em casa, que aguenta até uns 20 quilos, só Deus sabe. Só sei que deu certo e esse esqueminha tá lá há uns bons anos. Dando super certo!

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stay around

Andei meio sumida ultimamente, mas meu sumiço tem porquê. De volta da Itália descobri que um problema bem inesperado no meu joelho e no fim das contas minhas energias fora do trabalho esta semana se voltaram para isso. Mas a boa notícia é que, além de uma cirurgia, eu já tô programando algumas coisas pra escrever aqui. kkk Tenho que falar de  algumas das coisas que vi lá na Itália. Assim como meu maravilhoso shopping de beleza em Paris, pra onde fui mês passado (também pra trabalhar, ok?). Não desisti disso aqui ainda não!!!

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