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the art in fashion

Depois de poder assistir como se produz a alta costura Chanel, mais dois vídeos com um aperitivo da arte por trás da moda de ponta. (Sim, evito a palavra luxo, que de tanto mau uso, infelizmente se esvaziou em sentido.) O primeiro traz o inebriante universo da marca italiana Bottega Veneta. O segundo, o precioso processo de manufatura de uma bolsa Dior. Ambos são um sonho!

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fashion film

O site Business of Fashion comentou esses dias que nunca antes a indústria da moda esteve tão ligada em cinema. E é mesmo verdade. São inúmeras as marcas que lançaram vídeos nessa temporada e acertaram em cheio em trazer esse tipo de mídia para a divulgação da imagem de suas coleções. No post, o BOF seleciona os seus 10 vídeos prediletos. Aliás, vale a corrida até lá para conferir. Eu também não deixei de criar a minha. =)

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eu quero – chanel soho collection

Olha, eu particularmente não sou muito afeita a esse frenesi sobre novas cores de esmaltes. Apesar de eu ser a favor de uma mini dose de futilidade na vida da mulherada, ainda me pergunto: por que mesmo cor de esmalte virou um super assunto? Cansei de querer entender o que não é inteligível. Melhor deixar pra lá!

Salvo raríssimas exceções, eu sou bem preto no branco: uso beginhos, branquinhos (adendo: branco de tudo jamais será uma opção), preto e só. Mas hoje, sabadão, enquanto atualizava minhas leituras pela web, meu corazon amoleceu. É que descobri do que será feito o novíssimo lançamento de beauté da Chanel: uma coleção limitada pensada para reabertura da loja da marca no SOHO, em Nova York, agora em setembro. O Peter Phillips, diretor criativo do departamento de beleza da maison, explica a inspiração da história neste vídeo sensa do Style.com. Decidi que quero, porque quero o esmalte STEEL. É muito minha cara! Alô, alguém ai passa lá e compra um tubinho pra mim?

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tiroteio fashion

Esse fuzuê do mundo da moda – feito de it bags, it garotas, obsessão desenfreada com Hermès e Chanel, gente que quer ser estilista a todo custo e muito mais -, mesclado à era do consumo de informação e um meio de comunicação mais amplo do que nunca (Twitter, Flickr, BBM, Blogs e +), tem nos levado à triste realidade da pasteurização da moda.

Claro, não da moda como um todo. Mas a sensação que fica é que boa parte dela é só feita de unanimidades e formulinhas de estilo! Nem mesmo os pobres clássicos (2.55, Birkin, Kelly, pra que te quero ainda?) se salvam dessa. O resultado? O chato e repetitivo processo de ver, por exemplo, a PS1 (original ou não) reproduzida a perder de vista; a Hervé Leger perder por completo sua fórmula básica de tanto que copiaram o bandage dress mundo afora; ou a simples e concreta realidade que a Siri do Big Brother (desculpa, Siri!) compra Louboutin. Isso só pra citar alguns exemplos. De tão triste, eu acho engraçado! Humor é mesmo fundamental!

Essa discussão rende pano pra manga. É uma reflexão ampla, que com certeza passa pelo poder dos grandes conglomerados de moda (LVMH, PPR) que controlam muitas dessas marcas por meio de uma contradição: a marca tem que de alguma forma continuar a se manter exclusiva, mas fatalmente tem que vender… e no mundo de hoje, vender significa sempre VENDER MAIS. Mas não vamos nos aprofundar nisso, ok?

Voltando… Eu mesma não me isento. Tenho lá meus desejos consumistas – minha Speedy em Cuir Epi não me deixa mentir. E, sem dúvida nenhuma, me deixo seduzir pelo o que bem entender. Sem culpa. Apreciar as coisas é sempre delicioso. E, com licença, dessa liberdade eu não abro mão! Mas o fato é que os sonhos fashionistas parecem cada dia mais curtos. É ai que a questão da apreciação, que tem tudo a ver com moda, entra em cheque. Um dia você quer, no outro também, mas no ano seguinte, sendo muito generosa aqui: na-não. Você não pode nem mais ver aquilo pela frente. (Olha o bandage dress aí de novo, gente!)

Tudo isso para indicar aos meus leitores (leitores, vocês estão aí?) este texto da Garancé Doré sobre um assunto que eu AMO: os termos desgastados da moda (ou de tudo, né?). O excesso de adjetivos (it isso e aquilo, must-have, top, bacana, antenado) é, com certeza, mais um reflexo – ou indício – de todo esse cenário que comentei acima. Vale a corrida até lá. Em todo caso, me dei a liberdade de traduzir o texto todo para o português, para absolutamente ninguém ficar de fora. Boa leitura!

Você tem ideia do quanto é difícil escrever sobre moda? É um inferno!

Não só os termos são tão sazonais quanto as roupas que não queremos mais no fim da estação, mas as novas tendências, materiais e cortes – que aparecem a cada três dias – demandam, ao seu próprio direito, a prerrogativa de serem chamados de alguma coisa! Então melhor você não deixar nenhum termo ultrapassado passar pela sua boca, ok? Seria umas 30 vezes pior que usar um par de Zanotti da estação passada. Nesse caso, você ganhará olhares furtivos e sorrisos esquisitos, e só poderia rezar para se salvar dessa com um: “Ah, sabe, eu acordei me sentindo tão 2008 hoje!”.

É por esse motivo que eu caí no riso outro dia, quando minha amiga Violaine, que acaba de começar a deliciosa revista Velour, me contou que ela estabeleceu uma lista de palavras que estavam banidas da revista. BANIDAS! E você pensava que saltos altos eram opressivos?

Então, estávamos as duas nos matando de rir, enquanto andávamos pelas ruas de Nova York, e eu logo perguntei: “Ok, então você me mandaria a lista? Para por no meu blog?” Pois é. E assim como a coisa que eu mais gosto nas pessoas da moda, que elas levam coisas bobas totalmente a sério, sem levar suas próprias bobeirices a sério (você entendeu essa parte?) ela, com sua característica generosidade (eu realmente amo a Violaine), me mandou a tal lista.

Então está aqui a lista, com comentários. É em inglês, mas já que a moda é uma permanente mistureba, e eu fui a primeira em me expressar em um nada detalhado Franglês, eu pensei que se havia um lugar para fazê-lo, o blog era ele!

Então:

+ Trendy: Na França, juntamente com trendy, temos tendance, a mais usada palavra da moda. Eu não aguento mais!

+ Fashionista: Ah, tão verdade! Jogue fora! Juntamente com recessionista! E tudo o que mais terminar em -ista!

+ Designer ‘usado para descrever uma roupa de marca’ (Como: Esta capa é tão Phoebe Philo.) Ah, não sei, não. Esse não me incomoda tanto assim. Incomoda vocês? Violane, por que que a gente não gosta mesmo?

+ Vintage / Retro: Pra mim é ok. Eu gosto dessas duas palavras. Não devemos mais usá-las?

+ Must Have: É, ok. Porque, realmente, must-haves já deveriam ter acabado. É só perguntar para a Miss Philo. Eu devo ter falado sobre as clogs e bolsas dela pelo o menos umas duas milhões de vezes nessa última temporada. O must-have está mais vivo DO QUE NUNCA, mas não temos mais permissão de dizer isso. Isso se chama Recessãopocrisia (Voilà! Eu inventei uma palavra! Eu sou uma wordista!)

+ Celeb: Com certeza. Definitivamente, livre-se disso!

+ ‘in’: DEFINITIVAMENTE SIM, a não ser que você esteja cantarolando uma música do Gainsbourg.

+ LBD: Você sabe o que isso significa, né? Em francês, diríamos PRN (petite robe noire). Mas somos cool demais para reduzir o PRN em apenas três iniciais. Até porque isso faz com que pareça um termo médico ou algo do tipo. Você não concorda?

+ Style icon: Ah, sim. Temos usado tanto a palavra ícone, que não sabemos o que isso significa mais. Um par de sapatos pode ser chamado de ícone esses dias. Qualquer coisa é um ícone.

+ Funky: Ai meu deus, Violaine, não vai me dier que tem gente que ainda usa essa palavra?

Também tenho alguns termos meus que gostaria de acrescentar a essa lista:

+ ‘It’ coisa (it-bag, it-shoes, it girl) (Oi? Eu falei isso ontem?) (Eu? Acho que não. Prove!)

Conclusão:

#1: As constrições da moda aplicam não só às roupas e corpos, mas também as nossas mentes.
#2: Mas é claro, como todos sabem: sem dor, nada de prazer!
#3: E é por isso que a moda é funky!

Acredite se quiser, essa é só uma pequena parte da lista! Tem mais uma tonelada a mais! Estou te falando, escrever sobre moda é um inferno!
COM QUE RAIOS EU VOU SUBSTITUIR ESSAS PALAVRAS AGORA?

P.S. Não hesite em acrescentar aqui alguns de seus próprios termos, se tiver alguma ideia. Eu farei uma nova lista e publicarei em seguida. Até o momento temos “stiletto” ENTÃO TÁ!

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sem discussão: moda é arte

Aqui, agora: acompanhe como é o minucioso trabalho de fabricação de um vestido de alta costura Chanel. Este vídeo não é novo nem nada, mas vale cada segundo. Dá arrepio só de ver as bordadeiras do tradicionalíssimo Lesage trabalhando!

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coisas novas: house of lavande

Introdução

Quem não gosta de conhecer uma marca nova, um blog “achado”, um site de e-commerce com uma super curadoria e afins? Acho que pode ser legal eu compartilhar aqui esse tipo coisa que invariavelmente acabo encontrando pela net. Eu adoro esse desafio de correr atrás do desconhecido. Fuçar mesmo… link atrás de link.

Vamos ao assunto:

Não lembro ao certo como eu descobri a House of Lavande, mas só sei que incorporei o site da marca aos meus favoritos só pra sempre lembrar de acessar o site e poder ficar babando nas peças novas que entram no ar.

A marca, que eu não sei o quanto é conhecida pelo público, nada mais é que uma coleção de mais de 10 mil peças de joalheria. O grande lance é que T-O-D-A-S são vintage. Como o próprio site da marca explica, são criações que abrangem desde os anos 1920 a peças que faziam bonito na pista fervida do Studio 54, em Nova York. De Elsa Schiaparelli a raridades da Chanel.

Dá só uma olhada em algumas que eu adorei. Vale o giro pelo site pra dissecar cada uma delas! Puro desejo!

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