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alô, quem é??? – parte 2 ou 3

Um ano e meio depois…

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live by the sun, love by the moon

 

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recondicionamento emocional módulo I

Não esqueça o otimismo.

Um pingo – às vezes, um balde – de deseperança surge sem aviso. Quem aguenta? Você quer ser um bom filho, bom amigo, bom profissional, bom irmão, bom namorado….  (Nada de se jogar do penhasco, hein!) Ainda bem que lei da sobrevivência sempre dá um jeito de prevalecer.

Então você confronta o cenário: reconhece as constantes, toma nota das variáveis e pensa em jogar na reciclagem ou no lixo tudo aquilo o que for dispensável. Nesse exercício todo – muito pior que uma aula de recondicionamento físico, diga-se de passagem – o mais desafiador é se dar conta que tentar mudar o que está em volta poderia ser a solução, mas por trás disso, existe a verdade pertubadora: você deve mudar você.

Convenhamos, os agentes externos são bem difíceis de controlar. Sua mãe vai deixar de lado a mania diária de interromper seu silêncio introspectivo para falar de qualquer assunto que não lhe diz respeito? Seu chefe vai desistir de contratar uma pessoa nitidamente menos preparada que você pelo dobro do seu salário porque a justiça sempre prevalece? E sua melhor amiga, vai deixar o namorado canalha que ela tem? Não, não e não. Fichinha. E quando o problema é de marca maior e você não pode fazer nada a respeito de verdade? Não vou nem começar a falar.

Então adapte-se. Não significa que você vai jogar tudo pra Deus, mas é fato que estudar e alterar a maneira com que você se relaciona com os problemas é a chave do negócio. Pode ser libertador.

E se ficar muito difícil de reavaliar, não perca a pose e desmorone. Se faltar critério, claro, vá para análise. Ou, antes de acrescentar mais um item à folha de pagamento, corra para quem já falou sobre isso. Hoje indico duas obras-primas que conheci recentemente que podem trazer à tona muito do que a gente mal sabe ou esquece sobre o otimismo.

E viva a arte em todas as suas formas. Não tenho dúvidas que pode ser o melhor remédio.

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é, a vida é assim…

Melhor que um livro de auto-ajuda, é essa canção do Frank, That’s Life. Dedico à todos os meus – e o seus – momentos de depressão. Talvez seja só uma chuva rápida de verão. Talvez não passe tão logo. Independente do que for, que seja ao som de Sinatra. Sempre uma freqüência de classe.

That’s life, that’s what all the people say.

You’re riding high in April,

Shot down in May.

But I know I’m gonna change that tune,

When I’m back on top, back on top in June.


I said that’s life, and as funny as it may seem

Some people get their kicks,

Stompin’ on a dream.

But I don’t let it, let it get me down,

‘Cause this fine ol’ world it keeps spinning around.


I’ve been a puppet, a pauper, a pirate, 

A poet, a pawn and a king.

I’ve been up and down and over and out

And I know one thing:

Each time I find myself, flat on my face,

I pick myself up and get back in the race.


That’s life

I tell ya, I can’t deny it,

I thought of quitting baby,

But my heart just ain’t gonna buy it.

And if I didn’t think it was worth one single try,

I’d jump right on a big bird and then I’d fly


I’ve been a puppet, a pauper, a pirate,

A poet, a pawn and a king.

I’ve been up and down and over and out

And I know one thing:

Each time I find myself laying flat on my face,

I just pick myself up and get back in the race


That’s life

That’s life and I can’t deny it

Many times I thought of cutting out 

But my heart won’t buy it.

But if there’s nothing shakin’ come this here July

I’m gonna roll myself up in a big ball and die.

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choque du jour – duda, é verdade que você gosta de mim?

Eu bem sei o quanto deixei de lado esse meu simpático espaço de lado nos últimos meses. Eu sou terrível. Pior é que, lendo ele agora, ele tinha mesmo uma boa construção de assuntos randômicos (RISOS). Mas a vida é mesmo uma loucura louca e entre o fim de 2010 e o início de 2011, vivi um turbilhão de tarefas enquanto ainda tentava rearranjar alguns aspectos da minha vida. Não priorizar o blog foi mesmo um movimento bem natural. Assinando a reportagem de duas revistas, fora os freelas ocasionais, percebi sinceramente que a última coisa que queria fazer era escrever nas horas vagas. Por esse lado, acho que fica claro como o jornalismo é um acidente na minha vida. Um excelente acidente, que progrediu sem grandes pretensões e trouxe um sem fim de oportunidades *, mas – em essência – um acidente mesmo.

Isso tudo pra explicar que hoje enquanto fuçava a poeira velha (cof, cof) dos bastidores do Papos, descobri um certo fluxo de leitores do site do Duda Molinos. Minha primeira reação, claro: hm, que estranho!. Fui investigar e… C-H-O-Q-U-E de 220V! Meu singelo endereço estava ali indicado entre os links favoritos do Duda. Eu bem imagino que quando a lista foi feita, a referência eram ainda os dias mais intensos em informação, mas tá valendo. Recebi, claro, como um elogio, e também talvez como um incentivo para eu voltar a pensar, pelo o menos de vez em quando, no Papos.

Duda, obrigada por tudo! Sou sua fã não é de hoje. A primeira edição do “Maquiagem” na minha prateleira não me deixa mentir! ♥!

(*) Esqueci de contar que entrevistei o Justin Timberlake em 2o09. Um choque de alta tensão, que relato por aqui qualquer dia.

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bom fim de semana!

1998 feelings

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