Arquivo da categoria: aperte o play

gucci forever now c/ charlotte casiraghi

Direto do forno: o vídeo com os bastidores da nova campanha da Gucci estrelada por Charlotte Casiraghi, da família real de Monâco. O ensaio, clicado por Peter Lindbergh, é o primeiro de uma série dedicada à nova coleção Forever Now. Outros três grandes fotógrafos ainda contribuirão para a campanha dessa linha que celebra alguns dos grandes ícones da marca italiana. Uau!

Para mais detalhes: clique aqui.

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Arquivado em aperte o play, fotografia, moda

the art in fashion

Depois de poder assistir como se produz a alta costura Chanel, mais dois vídeos com um aperitivo da arte por trás da moda de ponta. (Sim, evito a palavra luxo, que de tanto mau uso, infelizmente se esvaziou em sentido.) O primeiro traz o inebriante universo da marca italiana Bottega Veneta. O segundo, o precioso processo de manufatura de uma bolsa Dior. Ambos são um sonho!

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arrepio cotidiano

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recondicionamento emocional módulo I

Não esqueça o otimismo.

Um pingo – às vezes, um balde – de deseperança surge sem aviso. Quem aguenta? Você quer ser um bom filho, bom amigo, bom profissional, bom irmão, bom namorado….  (Nada de se jogar do penhasco, hein!) Ainda bem que lei da sobrevivência sempre dá um jeito de prevalecer.

Então você confronta o cenário: reconhece as constantes, toma nota das variáveis e pensa em jogar na reciclagem ou no lixo tudo aquilo o que for dispensável. Nesse exercício todo – muito pior que uma aula de recondicionamento físico, diga-se de passagem – o mais desafiador é se dar conta que tentar mudar o que está em volta poderia ser a solução, mas por trás disso, existe a verdade pertubadora: você deve mudar você.

Convenhamos, os agentes externos são bem difíceis de controlar. Sua mãe vai deixar de lado a mania diária de interromper seu silêncio introspectivo para falar de qualquer assunto que não lhe diz respeito? Seu chefe vai desistir de contratar uma pessoa nitidamente menos preparada que você pelo dobro do seu salário porque a justiça sempre prevalece? E sua melhor amiga, vai deixar o namorado canalha que ela tem? Não, não e não. Fichinha. E quando o problema é de marca maior e você não pode fazer nada a respeito de verdade? Não vou nem começar a falar.

Então adapte-se. Não significa que você vai jogar tudo pra Deus, mas é fato que estudar e alterar a maneira com que você se relaciona com os problemas é a chave do negócio. Pode ser libertador.

E se ficar muito difícil de reavaliar, não perca a pose e desmorone. Se faltar critério, claro, vá para análise. Ou, antes de acrescentar mais um item à folha de pagamento, corra para quem já falou sobre isso. Hoje indico duas obras-primas que conheci recentemente que podem trazer à tona muito do que a gente mal sabe ou esquece sobre o otimismo.

E viva a arte em todas as suas formas. Não tenho dúvidas que pode ser o melhor remédio.

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depois da trovoada…

A sugestão é Bill Withers com otimista Lovely Day. Apesar (ou não) da letra romântica, não existe música mais alto astral.

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Arquivado em aperte o play, inspiração, vamos falar de coisa boa?

declaração universal dos direitos humanos

A Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU e o bom uso de recursos visuais. Um belo resumo por Seth Brau, designer americano do Brooklyn, que dedica seu expertise também à divulgação de causas humanitárias. Play!

“Education should strive to promote peace and understanding among all people.”

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é, a vida é assim…

Melhor que um livro de auto-ajuda, é essa canção do Frank, That’s Life. Dedico à todos os meus – e o seus – momentos de depressão. Talvez seja só uma chuva rápida de verão. Talvez não passe tão logo. Independente do que for, que seja ao som de Sinatra. Sempre uma freqüência de classe.

That’s life, that’s what all the people say.

You’re riding high in April,

Shot down in May.

But I know I’m gonna change that tune,

When I’m back on top, back on top in June.


I said that’s life, and as funny as it may seem

Some people get their kicks,

Stompin’ on a dream.

But I don’t let it, let it get me down,

‘Cause this fine ol’ world it keeps spinning around.


I’ve been a puppet, a pauper, a pirate, 

A poet, a pawn and a king.

I’ve been up and down and over and out

And I know one thing:

Each time I find myself, flat on my face,

I pick myself up and get back in the race.


That’s life

I tell ya, I can’t deny it,

I thought of quitting baby,

But my heart just ain’t gonna buy it.

And if I didn’t think it was worth one single try,

I’d jump right on a big bird and then I’d fly


I’ve been a puppet, a pauper, a pirate,

A poet, a pawn and a king.

I’ve been up and down and over and out

And I know one thing:

Each time I find myself laying flat on my face,

I just pick myself up and get back in the race


That’s life

That’s life and I can’t deny it

Many times I thought of cutting out 

But my heart won’t buy it.

But if there’s nothing shakin’ come this here July

I’m gonna roll myself up in a big ball and die.

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Arquivado em aperte o play, inspiração, papos picados